Meu pequenito, parabéns pelos teus 18 meses de vida!
Da última vez que te escrevi ainda não tinha iniciado a aventura que me afasta de ti durante a maior parte da semana. Estava, portanto, feliz, pois tinha acompanhado, pormenorizadamente, cada novo passo do teu crescimento, cada nova etapa. Fui eu que te dei a primeira colher de sopa, o primeiro biberão de leite, a primeira colher de sobremesa… Foi a mim que deste o primeiro beijinho, a primeira palavra que disseste foi o meu nome… Deste-me um orgulho e uma alegria enormes!
Cresceste tanto nestes últimos meses. Começaste a fazer birras por tudo e por nada, começaste a chorar de cada vez que te tiram a chupeta, começaste a querer pegar em tudo o que vês e destróis tudo o que vai parar as tuas mãos...
Durante as férias de natal, e mesmo durante o mês de Janeiro, quando voltei a passar dias inteiros contigo, já assim crescidinho, as diferenças notam-se mesmo e, às vezes, és tão difícil de aturar. Consegues ser uma autêntica peste quando mexes nos meus livros, viras o meu caixote do lixo em cima do tapete, queres a todo o custo mexer no meu computador, etc, etc. Tudo o que vá parar as tuas mãos acaba estragado ou a fazer estragos! Não é fácil, nesses momentos, olhar para ti com um olhar ternurento, evitar dar-te umas palmadas e ralhar contigo. Não é mesmo fácil aturar-te quando estás cheio de sono e mesmo assim não queres dormir, quando acordas mal disposto e choras, aos berros, durante uns bons minutos… Mas, a parte isso, estás cada vez mais engraçado, mais adorável, mais fofinho. Adoro ver-te correr pela casa, adoro correr atrás de ti e ouvir-te a rir. Adoro ver-te a tentar falar, adoro quando vens à minha beira pedir-me colo… Adoro, adoro-te, amo-te cada vez mais!!!
Ainda bem que existes e fazes parte da minha vida, meu lindo!
Um grande beijinho,
Amo-te, meo Gui!