domingo, 5 de dezembro de 2010

Os finais não podem ser todos felizes!

Duas frases há que resumem a história que ele e ela viveram durante um mês, duas semanas e três dias das suas vidas. Ele fez com que tudo começasse. Ela foi “obrigada” a acabar com tudo o que tentaram e tinham já construído!
A vida tem situações engraçadas e prega-nos partidas que nos fazem, por vezes, andar um pouco perdidos! Mas isso tudo não são mais do que formas que ela arranja para nos fazer crescer, para nos ensinar algumas coisas.
Voltando á história. Eles conheciam-se já há algum tempo, mas não se falavam quando se encontravam. Por razões que não vale a pena explicar, por não terem o mínimo interesse, começaram a falar, e um dia, depois de um pequeno problema, ele decide levá-la a casa.
Estava a chover e ficaram dentro do carro a conversar. Ele a tentar acalmá-la, ela sempre a pensar no que se tinha passado. Ficaram muito tempo a olhar um para o outro e demorou a acontecer o que ambos queriam que acontecesse: o primeiro beijo! Ela não tinha a certeza se aquilo devia ter acontecido ou não. Ele tinha mais do que todas as certezas do mundo.
Um dia depois, ela volta à rotina, pega na mala e vai embora. As certezas que não tinha, só as iria ter no fim-de-semana seguinte, quando ele lhe pegou na mão, olhou para ela e lhe perguntou se ela queria ficar com ele para sempre! (a paixão nos primeiros tempos é mesmo assim: cheia de ilusões e promessas que ninguém pode assegurar que sejam cumpridas!)
Ela continuava sem certezas e contrariamente ao que é o seu comportamento normal não lhe levantou obstáculos, não fugiu, não teve medo. Simplesmente deixou-se ir, embalada nas certezas que ele parecia ter. Foi assim que começou aquela história que iria ser vivida entre duas cidades, entre histórias e desculpas arranjadas, entre sacrifícios e batalhas que acabaram por ser perdidas.
Há coisas na vida que estão destinadas a não dar certo, por mais que se lute.
O tempo foi passando e as coisas começaram a não resultar. Ninguém a pode acusar de não ter tentado. Mas também não é justo que se atire as culpas todas para cima dele. Também não é importante descobrir de quem é que é a culpa. O que realmente importa é que tenham sido felizes enquanto durou e que se esqueça as coisas más que fizeram um ao outro. Acabou, acabou. Que fiquem as boas recordações e que sigam as suas vidas. E é isso que já estão os dois a fazer neste momento.
As coisas nunca acontecem sem um propósito!

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