Ando com vontade de escrever mas com pouco tempo e também paciência, confesso, para me sentar e pensar um bocado, dar outro bocado de asas à imaginação... Têm-me passado tantas coisas pela cabeça que é nestas alturas que o meu cérebro não quer dar especial atenção a nenhuma delas e então deixo-me andar, até que acaba por passar e ganho outra vez vontade para me dedicar ao que tem mesmo de ser feito.
Não sei bem a que propósito, mas lembrei-me hoje deste excerto de uma conversa que tive há uns tempos com um amigo. Falávamos de assuntos que normalmente as pessoas não falam no dia-a-dia, questionavamo-nos sobre o porquê de não se falar mais vezes neles e eu respondi-lhe o que está no excerto que se segue. Surpreendo-me e entristeço-me ainda hoje com a verdade da minha afirmação no final da resposta:
Porque é que não trocámos comentários/opiniões sobre estes assuntos no dia-a-dia é outra das grandes questões. Muitos afirmariam que o tempo em que estão com as pessoas de quem mais gostam não chega para falar sobre assuntos tão complexos, outros diriam que nem tempo têm para conversar quanto mais sobre assuntos destes, enfim, uma infinidade de desculpas... Desculpas que eu usaria, com certeza, para justificar o simples facto de o ser humano contentar-se em manter relações superficiais e em falar sobre banalidades que não engrandecem a nossa sabedoria e conhecimento.
Não sei bem a que propósito, mas lembrei-me hoje deste excerto de uma conversa que tive há uns tempos com um amigo. Falávamos de assuntos que normalmente as pessoas não falam no dia-a-dia, questionavamo-nos sobre o porquê de não se falar mais vezes neles e eu respondi-lhe o que está no excerto que se segue. Surpreendo-me e entristeço-me ainda hoje com a verdade da minha afirmação no final da resposta:
Porque é que não trocámos comentários/opiniões sobre estes assuntos no dia-a-dia é outra das grandes questões. Muitos afirmariam que o tempo em que estão com as pessoas de quem mais gostam não chega para falar sobre assuntos tão complexos, outros diriam que nem tempo têm para conversar quanto mais sobre assuntos destes, enfim, uma infinidade de desculpas... Desculpas que eu usaria, com certeza, para justificar o simples facto de o ser humano contentar-se em manter relações superficiais e em falar sobre banalidades que não engrandecem a nossa sabedoria e conhecimento.